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FALTA DE MATURIDADE PODE SER CONFUNDIDA COM TDAH

Um estudo realizado por um grupo de investigadores da British Columbia (Canadá) sugere que as crianças mais novas de um determinado ano escolar apresentam maior propensão para serem diagnosticadas com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Segundo esta pesquisa, estes alunos por se revelarem mais imaturos que os restantes recebem, frequentemente, um diagnóstico errado e, consequentemente, tratamento desnecessário para o TDAH.


Neste estudo, os investigadores da Universidade de British Columbia acompanharam, durante um ano, mais de 900 000 crianças com idades compreendidas entre os 6 e 12 anos. Os investigadores compararam, na mesma turma, alunos que nasceram no primeiro e último mês do ano, ou seja, os alunos que têm, aproximadamente, um ano de diferença, de forma a compararem o seu desenvolvimento, comportamentos e atitudes.


Após a análise dos resultados obtidos no estudo, os pesquisadores chegaram à conclusão de que os alunos do sexo masculino, nascidos no final do ano, revelam mais 30% de hipóteses de serem diagnosticados com TDAH e 41% de maior probabilidade em receberem tratamento para esta patologia, do que os alunos que nasceram no início do ano. No que concerne às alunas, as probabilidades foram, respetivamente, 70% e 77%. Este resultado surpreendeu os investigadores, porque os rapazes, por norma, detêm o triplo da probabilidade de possuírem TDAH.


Segundo Richard Morror (coordenador do estudo), a falta de maturidade é, frequentemente, confundida com TDAH. Morror afirma ainda que tanto os pais, como médicos e professores devem ser cautelosos e estarem cientes de que a imaturidade pode "imitar" alguns dos sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Assim sendo, para que a criança não seja prejudicada por diagnósticos errados é necessário que o seu comportamento não seja apenas observado em contexto escolar.


Com este estudo, os investigadores da British Columbia concluíram que as crianças mais novas da turma "lutam" mais contra a falta de atenção e o controle dos impulsos, do que os alunos que nascem nos primeiros meses do ano. Perante esta conclusão, o diagnóstico do TDAH deve-se basear na comparação de crianças com a mesma idade e sexo. Com esta pesquisa concluíram ainda que os resultados obtidos reforçam a preocupação que deve existir em torno do excesso de diagnósticos e das consequências que estes podem provocar.


Texto adaptado de: TDAH

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